Mídias Sociais – Blog: Vivo ou Morto! – Parte I

Outro dia li um artigo de Sté Kerwer entitulado“How to kill your blog sucessfully” no site da DUKEO (é só clicar no link para ler o artigo em inglês).

Durante a leitura fiquei impressionada ao descobrir que muito do que eu sinto às vezes é compartilhado até mesmo por escritores do calibre de Stá Kerwer, ou pelo menos comprendido.

Manter um blog, um site, sempre atualizado, com informações novas e relevantes, não é fácil, principalmente se você precisa coordenar as necessidades do blog com sua vida offline.

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Claro, existem blogueiros que já podem parar tudo e viver apenas para seus blogs, escrevendo, pesquisando, criando…

Não é o caso da maioria.

Se você precisa dividir seu tempo entre administrar uma empresa, trabalhar em tempo integral, conviver com a família, ter uma vida social normal e manter o seu blog atualizado, vai precisar ser mais do que um superhumano.

E mesmo que eu ame parar diante do computador e pesquisar temas atuais, escrever dicas que possam ajudar outros blogueiros, gestores de mídias sociais em início de carreira ou micro e pequenos empresários que estejam começando sua aventura online, às vezes os compromissos offline me impedem de manter a frequência de publicações que eu gostaria.

No artigo de Sté Kerwer ele descreve a situação mais ou menos assim:

“Às vezes, o blog é como um relacionamento. Você conhece alguém no bar, se apaixona e quer ficar com essa pessoa a cada minuto. Isso dura cerca de três ou quatro semanas. Então, de repente, a realidade aparece e você se lembra que não tem visto seus amigos, a tampa do vaso sanitário está sempre levantada e você nunca tem acesso ao controle remoto da TV.

É demais. Você não está pronto para um compromisso.

É hora de matar esta pessoa… quer dizer… Este blog.”

A analogia é boa pois muitas pessoas começam um blog acreditando que são os Machados de Assis da era moderna, os Josés de Alencar do século XXI, os Paulos Coelho da internet e acabam descobrindo que a realidade de se manter um blog é muito diferente.

Outra analogia interessante do artigo é o fato de o autor citar as formas como, todos os dias, por toda parte na internet, dezenas de blogs são assassinados.

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“Alguns o fazem suavemente e sem dor, como quem sacrifica um animal de estimação, outros usam máscaras de Michael Myers (serial killer, personagem da trilogia Halloween), rindo histericamente enquanto cortam seus blogs com um facão.”

Porquê? As razões são diversas, mas quase sempre são boas razões.

“Não tenho tempo”

Este é sem dúvida um dos motivos mais comuns para se matar um blog.

A falta de tempo pode ocorrer por diversos fatores, novo relacionamento amoroso, trabalho, problemas na família, problemas de saúde… Enfim, motivos concretos não faltam.

A vida não pára apenas porque você descobriu que gosta de escrever ou que quer ganhar a vida como blogueiro.

Os compromissos da vida real duram mais tempo do que o previsto, você chega em casa tarde, cansado, chateado… Senta diante do computador e…

Nada.

14045819341_6651d70343_z-640x360Você não consegue fazer o cérebro funcionar o suficiente para colocar no editor de texto nem mesmo a idéia genial que teve no trânsito.

Então você adia para o dia seguinte, quem sabe aquela idéia amadureça?

Você percebe que seu plano de publicar posts diariamente é inviável. Consulta o calendário, pensa e decide publicar apenas as segundas, quartas e sextas, assim você tem os outros dias para elaborar bons artigos, certo?

Infelizmente algo acontece, você perde a publicação da segunda, outra coisa acontece e lá se vai as publicações da semana… Viagem com a família, falta de privacidade para criar, doença da avó…

De repente você descobre que o blog não é mais sua prioridade e que foi uma loucura começar algo no gênero.

Nada aconteceu como você esperava, nada de sucesso, reonhecimento, dinheiro… Apenas um peso morto que fica lá, cobrando uma atitude sua… Pedindo para ser assassinado.

Existem outros fatores que levam a isso, mas a verdade é uma só:

E alguns casos, a morte de um blog é, não só a melhor escolha, mas o fim de uma tortura.

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